Sustentabilidade: essa é a palavra de ordem hoje em dia! E é possível observar esforços de várias esferas nesse sentido – governo, empresas e universidades. Mas e a nossa consciência a esse respeito, como anda?
Quando eu digo ‘nossa consciência’, não estou me referindo a nenhum grupo social específico (empresários, universitários, políticos).
Falo daquele amplo grupo do qual todos fazemos parte – o de consumidores! Daí a pergunta: o seu consumo é sustentável?
Já é possível observar algumas mudanças no modo de consumir. Há as chamadas ‘sacolas verdes’ nos supermercados, o uso de embalagens retornáveis, a crescente procura por produtos ecologicamente corretos, entre outros. Mesmo assim, a gente consume muito. E consumimos não só aquilo que precisamos, mas aquilo que podemos consumir.
A manutenção é cara? Melhor comprar um novo. Se eu comprar 10 pago menos? Quero 10, então. E assim, as coisas vão ficando cada vez mais descartáveis. A ‘sustentabilidade’ acaba sendo vencida pelos ‘preços promocionais’ e é melhor deixar as atitudes sustentáveis para outras áreas.
Mas esses dias vi em uma manchete algo que me deixou intrigado: uma ‘socialite’ dizendo que, com a crise, estava firme no princípio de comprar coisas mais duradouras do que quantidade. É isso! E ela ainda dizia mais: que estava substituindo o supérfluo (e o consumismo desenfreado) por hábitos prazerosos – como uma ida ao parque ou ao teatro.
Confesso que fiquei emocionado com isso. Pois se ela, que está no topo da cadeia de consumo, está revendo seus conceitos, quem sabe esse não seja o caminho para vivermos melhor e consumirmos de forma mais sustentável?
Então voltamos a pergunta inicial: o seu consumo é sustentável? Pois é fundamental revermos alguns dos nossos conceitos básicos AGORA. Buscar produtos mais duráveis é uma excelente maneira de evitar o esgotamento da terra e o excesso de lixo gerado, por exemplo. Consumir mais cultura então? Nem se fala.



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